domingo, 13 de novembro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Músicas que as crianças dos anos 90 dançaram e conhecem mas têm vergonha de admitir
Aqui estão algumas das músicas que nos faziam dançar loucamente e que sao a derradeira vergonha :P
(Clica nas imagens para ver os videos)
domingo, 7 de agosto de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Before i die...
Noutro dia mostraram-me isto! Achei uma ideia espetacular.
Passo a explicar:
Tudo começou com um projecto de designers que têm como objectivo tornar as cidades mais apelativas e agradáveis a quem mora nelas e portanto pegaram neste edifício:



Depois de um mês de este projecto estar aqui já estava a ter uma enorme aderência da parte de todos... dos 8 aos 80.
As fotos que estão em baixo foram fotos tiradas nas 24 horas seguintes a terem limpado estas paredes e já estavam assim:
P.S.: Carega no nome do post para ir ao site original desta ideia :)
Passo a explicar:
Tudo começou com um projecto de designers que têm como objectivo tornar as cidades mais apelativas e agradáveis a quem mora nelas e portanto pegaram neste edifício:
E tranformaram-na nisto (depois de um mês e sete dias de trabalho):
Colocavam pequenos cestos com paus de giz para que todos podessem escrever o que queriam fazer antes de morrer. As mais diversas respostas surgiam, umas mais bonitas, outras mais engraçadas, etc.



Depois de um mês de este projecto estar aqui já estava a ter uma enorme aderência da parte de todos... dos 8 aos 80.
As fotos que estão em baixo foram fotos tiradas nas 24 horas seguintes a terem limpado estas paredes e já estavam assim:
Este projecto teve um enorme sucesso e ao fim de três meses a parede era famosa e todos paravam para escrever algo.
Parecendo que não escrever o que nos vai na alma é um pequeno passo para realizar os nossos sonhos :)
Parecendo que não escrever o que nos vai na alma é um pequeno passo para realizar os nossos sonhos :)
P.S.: Carega no nome do post para ir ao site original desta ideia :)
P.P.S.: As fotos nao estão por ordem cronológica porque é muito difícil e stressante meter arrastar as fotos pelo post e por esse motivo não se encontram bem dispostas mas se forem ao site elas estão por ordem.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Está bem...
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Poema a Salazar
Conta-se que este poema foi dirigido ao Ministro da Agricultura do
governo de Salazar, como forma de pedir adubos. Por mais estranho que
pareça, o senhor que o escreveu não foi preso . governo de Salazar, como forma de pedir adubos. Por mais estranho que
- E X P O S I Ç Ã O -
Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.
Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
- A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!
O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e… como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!
A Nação confiou-lhe os seus destinos?...
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
… quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?...
E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!
Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda…
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.
Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul
do Alentejo
Évora, 13 de Fevereiro de 1934
O Presidente
D. Tancredo (O Lavrador)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Subscrever:
Comentários (Atom)






















